Apesar da velocidade do pensamento
A mão escreve lenta, quase imóvel
Os olhos procuram interesse
Mas as paredes são de casa, o óbvio
A impaciência que permanece
Me leva a uma despedida repente
O efêmero presente é tão irreal
Mas sua presença ainda recente
Meu estado, e o das paredes,
De uma atenção desprezível
Um espelho úmido, meio verde,
Mostra meu reflexo invisível
Procurar felicidade em passagem sem preço
Passa na porta, feito aposta de corrida perdida
Se na chegada da vida há sorte na morte
Fugaz e final vai-se mais uma despedida.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
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